Na última terça-feira, a Polícia Civil de Alagoas concluiu o inquérito que investigava as ameaças contra a pastora Odja Barros da Igreja Batista do Pinheiro (IBP).

A pastora foi ameaçada de morte após realizar a cerimônia religiosa de um casamento homoafetivo entre duas mulheres em Maceió.

Um homem de 25 anos, que teve a identidade preservada, confessou ter ameaçado a religiosa de morte e enviado mensagens homofóbicas para ela. Apesar de ter confessado o crime, ele não ficou preso.

O rapaz foi indiciado pelos crimes de ameaça, intolerância religiosa e homofobia. O inquérito policial será enviado à Justiça.

Segundo Luci Mônica Rabelo, delegada que coordenou as investigações, o homem disse em depoimento que fez as ameaças à pastora porque não concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo e de ateus. Ele também disse que era um teólogo, uma pessoa cristã e “um estudioso da Bíblia”.

O homem passou a ameaçar a pastora Odja depois do casamento homoafetivo, no dia 5 de dezembro.

Odja Barros recebeu ameaças em áudios onde o rapaz dizia que iria dar cinco tiros na sua cabeça, e que sua família estava sendo monitorada. Além disso, uma imagem de uma pessoa segurando uma arma de fogo foi enviada nas redes sociais da religiosa.

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