Empresas do setor logístico aceleram a adoção de modelos circulares e estabelecem metas ambientais concretas para reduzir impactos e regenerar ecossistemas
São Paulo, 22 de abril de 2026 – No Dia Mundial da Terra, celebrado no dia 22 de abril, diversas organizações ao redor do mundo dos setores de logística e bens de consumo estão acelerando a transição para modelos de fornecimento circulares e regenerativos, uma abordagem que busca reduzir o impacto ambiental e, ao mesmo tempo, gerar benefícios reais para os ecossistemas e as comunidades.
A tendência global aponta para a substituição de modelos lineares por sistemas que recuperam, reutilizam e otimizam recursos por meio de plataformas padronizadas, rastreabilidade avançada e análise preditiva de ativos. Essa mudança estrutural permite reduzir o uso de matérias-primas virgens, diminuir as emissões associadas ao transporte e prolongar a vida útil dos recursos dentro das cadeias de valor.
Esse é o caso da CHEP, que opera no Brasil com um sistema de pooling de paletes de madeira, baseado no compartilhamento e na reutilização de ativos entre diferentes empresas da cadeia de suprimentos. A companhia faz parte dessa evolução e definiu metas ambientais para 2030 que estabelecem um roteiro claro para as empresas do setor.
“A transição para modelos circulares e regenerativos deixou de ser uma agenda de longo prazo para se tornar uma prioridade operacional imediata. Ao estabelecer metas mensuráveis até 2030, o setor logístico dá um passo concreto para reduzir impactos e, ao mesmo tempo, gerar valor positivo para os ecossistemas e para a sociedade”, afirma Samantha Rodríguez, Gerente Sênior de Sustentabilidade da CHEP para a América Latina.
Entre os compromissos da CHEP, destacam-se:
- Regenerar 2 hectares de terra para cada hectare utilizado no abastecimento de madeira;
- Reduzir em 42% as emissões de Escopos 1 e 2*;
- Reduzir em 17% as emissões de Escopo 3, que representam a maior parcela da pegada de carbono da indústria;
- Substituir 80% do plástico virgem por materiais circulares ou reciclados em suas operações;
- Fortalecer o abastecimento responsável e a restauração florestal, garantindo que os materiais provenham de fontes certificadas e monitoradas;
- Medir e reportar o impacto ambiental com metodologias verificáveis, aumentando a transparência e a credibilidade dos resultados.
*Os escopos 1, 2 e 3 são uma classificação das emissões de gases de efeito estufa de acordo com o GHP Protocol (Greenhouse Gas Control), padrão reconhecido internacionalmente. As emissões de escopo 1 são aquelas criadas diretamente pela empresa, e de escopo 2 são criadas indiretamente por meio de energia. Já as emissões de escopo 3 são indiretas e ocorrem na cadeia de valor da companhia.
Nos últimos anos, o modelo circular tem demonstrado benefícios mensuráveis para o planeta. A reutilização de ativos logísticos tem permitido evitar milhares de toneladas de CO₂, reduzir o consumo de água, aumentar a eficiência no transporte e diminuir a geração de resíduos por meio de processos de reparo e recuperação em larga escala. Esse tipo de impacto ganha ainda mais relevância no cenário atual, em que se reforça a necessidade de acelerar a adaptação e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.
Além disso, a restauração florestal se consolida como uma das estratégias mais eficazes para regenerar ecossistemas, ampliar a biodiversidade e fortalecer a resiliência das cadeias de suprimento ligadas ao uso de madeira. A meta de regenerar áreas superiores às utilizadas para abastecimento representa um avanço rumo a modelos “Nature Positive”, nos quais a atividade econômica contribui ativamente para a recuperação dos recursos naturais.
No âmbito social, as redes de suprimento também vêm se articulando com organizações comunitárias e bancos de alimentos para reduzir o desperdício, melhorar a distribuição de produtos essenciais e incentivar o voluntariado corporativo. Essa visão integrada combina circularidade, ação climática e bem-estar comunitário como pilares de um sistema logístico moderno.
No Dia Mundial da Terra 2026, a indústria reafirma a urgência de operar com menos recursos, menor impacto e maior valor ambiental. Com metas claras para 2030, estratégias de regeneração e a crescente adoção de modelos circulares, o setor logístico avança rumo a um futuro em que movimentar mercadorias também significa restaurar, preservar e regenerar os ecossistemas do planeta.
SOBRE A CHEP
A CHEP é líder global em soluções para a cadeia de suprimentos. Em conjunto com produtores, fabricantes, varejistas e parceiros logísticos, a CHEP promove o movimento inteligente e sustentável de mercadorias em mais de 60 países. Com sua rede de compartilhamento, reparo e reutilização de paletes, caixas e contentores conectados, a CHEP ajuda empresas a otimizar suas cadeias de suprimentos, reduzindo custos e minimizando o impacto ambiental de suas operações. A CHEP alia a sua liderança em circularidade, que ajuda a combater emissões, desperdício e embalagens descartáveis, com um foco na resiliência, para construir redes de suprimentos preparadas para o futuro por meio de dados, escala e colaboração.
Com sua excelência operacional confiada pelas principais marcas do mundo, a CHEP atende principalmente clientes nos setores de bens de consumo (como alimentos secos, mercearia, produtos domésticos, saúde e cuidados pessoais, produtos frescos e bebidas), varejo, automotivo e indústrias de manufatura em geral.
Parte do Grupo Brambles, a CHEP gerencia cerca de 347 milhões de paletes e contentores por meio de uma rede com mais de 750 centros de serviço, empregando aproximadamente 11.000 pessoas em todo o mundo, com suas maiores operações na América do Norte e Europa.
Para mais informações, visite chep.com





